Como todo organismo vivo, as organizações precisam ter sua saúde monitorada. E indicadores eficazes podem fazer toda a diferença.

Um bom gestor é como um médico dedicado: Está sempre buscando manter a saúde do seu paciente em perfeito estado. No caso dos executivos, isso se aplica ao monitoramento contínuo que devem ter para saber se a empresa está com a saúde em ordem.

No Brasil, já nos acostumamos às crises e períodos difíceis. Se por um lado esse ambiente tratou de treinar melhor os gestores para se manterem sempre alertas, por outro sinaliza um contínuo aprendizado, afinal, a crise nos negócios sempre traz algum elemento novo.

Sentindo o pulso

Com se sabe, momentos de crise geralmente obrigam os gestores a tomar medidas amargas, como ir aos bancos em busca de créditos ou mesmo fazer cortes de pessoal. Não é nada fácil assumir decisões como essas, mas muitas vezes são elas que mantêm a organização funcionando. É como administrar um remédio amargo para manter a vida de um paciente em estado frágil.

Nas escolas, um fato recorrente é a queda nas receitas. Ela geralmente advém da inadimplência dos clientes e que deve ser contornado com negociações constantes para que não se torne crônico. Mas esse, aliás, pode ser um sinal de alerta importante de que algo está acontecendo lá fora. É necessário, portanto, identificar os sinais que indicam a crise.

Atenção aos sinais

Para identificar sinais de crise adiante, o primeiro passo é eleger bons indicadores e, com base neles, o gestor pode começar a pensar em possíveis soluções para reverter o problema. Considerando os diversos tipos de indicadores e seus reflexos no dia a dia das empresas e instituições educacionais, podemos listar alguns dos sinais mais comuns observados. Eles podem se constituir nos principais elementos de diagnóstico dos gestores, de modo que as checagens periódicas sejam feitas.

Confira, então, alguns dos sinais que podem acender a luz amarela na mesa do gestor:

1 – Aumento da inadimplência – Como já mencionado acima, em momentos de crise econômica é natural que este índice cresça, em virtude da dificuldade das famílias em arcar com as despesas da casa ou mesmo da perda do emprego dos adultos;

2 – Queda no número de novos alunos Geralmente cada ciclo de matrículas é um termômetro para sentir o mercado e a atratividade da sua marca;

3 – Redução das Margens de Lucros – A ação da concorrência e os impactos de acordos coletivos podem impor o corte nas margens, em decorrência da necessidade de praticar preços de mercado;

4 – Aumento dos custos – Pode ser também um dos motivos da redução dos lucros. Importante estar atento aos movimentos dos principais custos da planilha.

5 – Perda de alunos – A saída de alunos (evasão) é também um mal sinal. Importante avaliar as causas e agir sobre elas;

6 – Frequentes cortes de despesas – Em decorrência de margens apertadas ou da queda na receita, a constante prática de cortar despesas pode inviabilizar a operação.

Um check-up faz bem

Assim como as doenças nos fazem rever nossos hábitos e buscar uma vida saudável, as crises e momentos difíceis também podem ser boas janelas de oportunidades para repensar práticas de gestão que não estão mais funcionando bem. Sair da zona de conforto é o que proporciona aos gestores alcançar sucesso em suas jornadas e, com isso, promoverem o crescimento de suas instituições.

E não se esqueça: em todos os momentos conte com as soluções ADIRA para manter a saúde da sua organização em dia!